Confissão de um verdadeiro crime bibliográfico

     Esses dias conheci o blog  Doce Palabras, que é de uma moça que coleciona “marcas de propriedade” principalmente ex libris e os textos dela falando sobre as aventuras para aumentar a coleção são deliciosos, um de novembro de 2008 conta que em uma das andanças pelas livrarias de Donceles, ela se depararou com uma situação curiosa: um livro italiano de arquitetura do século XVIII possuia quatro ex libris sobrepostos, os proprietários foram colando um sobre o outro, mas ela não se fiz de rogado e foi descolando um a um até chegar ao primeiro ex libris. 
     Esta é uma história inusitada que enche a cabeça dos aficcionados por bibliofilia com especulações, eu não consegui resistir e criei no mínimo umas 100 histórias hipotéticas para justificar a atitude dos proprietários do livro, todas elas totalmente fabulosas e inverossímeis, mas acredito que justamente nessa possibilidade que reside o encanto de se colecionar objetos antigos relacionados à livros.

Uma opinião sobre “Confissão de um verdadeiro crime bibliográfico

  • 12 de setembro de 2012 em 14:04
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    É de se pensar mesmo, egoísmo? falta de qualquer respeito por um livro, porque eu tenho pelos meus, até os que não gostei da história… mas como uma pessoa que não gosta de livros se dá ao trabalho/luxo de ter ex-libris…

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    • 13 de setembro de 2012 em 21:50
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      @ANGÉLICA CIRNE COIMBRA, Sabe que eu achei que pareceu uma tentativa de ocultar a propriedade anterior, o que é no mínimo curioso e suspeito, porque pela foto dá pra ver que tem algo embaixo, enfim a verdade nunca saberemos mesmo o.O

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  • 14 de setembro de 2012 em 14:45
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    Vou entrar no link e ler os “Causos”…gosto quando as pessoas sabem compartilhar uma boa história de um livro achado.

    Procura sobre São Diabo, acho q vai gostar.

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    • 17 de setembro de 2012 em 20:42
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      Oi @Ferds, é bom mesmo quando compartilham histórias relacionadas aos livros, eu gosto muito. Já coloquei São Diabo na minha lista, achei teu texto sobre ele deveras interessante, obrigada pela visita 🙂

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